Eu sou do tipo inquieta e curiosa. Eu penso, logo escrevo. Aqui vocês irão encontrar pelo menos um terço dos meus pensamentos diários. Não me limito a apenas imaginar, eu coloco no papel e eternizo histórias, pra serem lembradas o tempo todo.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

É tempo de?



Às vezes, tudo que queremos fazer da nossa vida está a um passo de ser conquistado, mas estamos estagnados demais pra fazer acontecer, não acham? 

Sabe que ultimamente eu ando tentando colocar a minha vida em ordem, mas em ordem mesmo? Nunca fui uma pessoa organizada, e falo sem vergonha nenhuma nessa cara que Deus me deu. Tanto no espaço físico quanto nesse espacinho interno que tanto nos incomoda, a mente.
Eu decidi por livre e espontânea pressão do meu subconsciente que eu serei uma pessoa "MAIS": mais organizada, mais centrada, mais focada e principalmente uma pessoa melhor comigo mesma. Precisamos né gente? Ninguém vive uma vida onde não sabe nem onde encontrar o próprio "eu".
Decidi ter horário pra tudo, horário pra ser profissional, pra ser mulher, pra ser namorada, pra ser dona de casa, pra ser filha, pra ser tia, pra ser EU MESMA sempre que quiser e onde eu quiser. 
Quando me dei conta eu estava tentando ser tudo isso ao mesmo tempo, logo não conseguia ser nada disso por inteiro. 
Sabem o que eu fiz? Coloquei bilhetes espalhados do tipo "fazer isso, fazer aquilo". Estipulei horário pra tudo e qualquer coisa. O meu horário de descanso, o horário de fazer acontecer, aquele do lazer com o namorado e claro, do meu próprio lazer. E o que aconteceu? Por enquanto nada demais - tá, decepcionei vocês um pouquinho - mas, sei que treinando diariamente essa "secretária interna" que me alerta exatamente todos os momentos do meu dia, sei que as 24 horas que eu achava pouco, se transformarão em 48! E isso é tão bom né? 

Claro que não posso deixar minha vida entrar no piloto automático, porque daí não tem graça. 

Ótimo dia pra vocês, fiquem com Deus :*

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Vida pós cachorro

Hoje mais cedo, deitada na cama e meio na "bad" por alguns motivos - que não se preocupem - serão solucionados logo, eu estava olhando pros meus filhotes de quatro patas e aí me veio uma puta inspiração pra escrever aqui pra vocês sobre a minha vida ao lado de cada um, ou seja, a minha vida feliz e completa desde que entraram na minha vida, entendem?
Pois bem, vou contar uma historinha que é mais ou menos conhecida pra alguns e muitos irão se identificar:

Um belo dia eu acordei com vontade de ter um companheiro eterno, sabe aquele que dorme e acorda contigo do teu lado? Que está sempre disposto a fazer tudo que tu queres e até mesmo fazer com que tu faça tudo que ele quer? Não, gente. Não é um namorado (esse eu já encontrei faz um bocadinho de tempo) e sim um amigão, um companheiro, um bebê peludo, aquele com dentes afiados e rabo a balançar quando tu chega. Sempre fui muito carinhosa com os animais. Em quase todas as fotos tiradas pelo meu avô, eu sempre ia lá pros fundos da minha casa correndo, pegar um cachorro no colo antes de posar. O problema é que todos meus cachorros eram de grande porte e nem todos sobreviveram até eu chegar a um ponto de poder sustentar e amar o meu próprio bichinho. 
Pois bem, acordei e decidi: "Vou adotar ou comprar um cachorrinho de pequeno porte, do qual eu possa dormir e acordar, dar banho, passear, mimar..." 
Comecei a procurar na internet e geralmente os lindos e queridos "vira-latas" que eu já tenho uns 3, é muito difícil tu saber que porte ele será e se vai ficar pequeno o suficiente pra tu manter ele financeiramente, fisicamente e o principal, DENTRO DE CASA. O meu maior medo era esse, será que não iria acabar ficando do tamanho dos meus outros, que chegaram filhotinhos e logo depois não conseguia nem manter eles no meu colo? Eu já tinha passado por várias situações dessas e deixando bem claro, não me arrependo de jeito nenhum de tê-los adotado, pois tenho eles comigo até hoje. Mas, no final das contas eu queria algum que pudesse viver dentro do mesmo ambiente que eu, sem mais. 
Encontrei na internet um anúncio de um canil com filhotes recém nascidos de Yorkshire e gente, eu sempre fui apaixonada por esta raça, não apenas pela aparência física e sim pelo gênio e personalidade desses pequenos. Eles são dóceis, dorminhocos, companheiros e amáveis. Não pensei duas vezes e corri pra ver os bebês peludos que acabavam de nascer!
Lá eu encontrei uma porção de cachorros e todos eram de se apaixonar, mas como eu iria decidir entre um e outro? Eu não precisei decidir, adivinhem? Ele decidiu por mim. Era o único mais quietinho, com medo, no fundo daquele canilzinho, enquanto os irmãos estavam tentando fazer tudo que era piruetas e gracinhas pra que eu os levasse, lá estava o envergonhado esperando que alguém fosse até ele (como sempre). Só que quando eu cheguei perto, ele veio correndo de uma forma, derrubando os demais e se agarrou naquela grade como quem diz "EU TE QUERO, EU TE ESCOLHI" e a partir dali foi amor à primeira VISITA. Primeira e única né? Bem capaz que eu ia conseguir ir embora de lá sem ele embaixo dos meus braços.
E aí começou a nossa história de amor, de mãe e filho, amor incondicional. O mais especial foi que quem deu o nome do filhote de York que hoje se chama "Guri" foi o meu avô amado, que quem me acompanha sabe o quão importante ele foi. 

Depois de dois anos vivendo comigo como filho único, eu ganhei do meu noivo de dia dos namorados, a Sophia, uma york tão fofa e querida quanto, mas essa história eu deixo pra amanhã. Pois eles merecem um post inteirinho individual.

O Guri é um york de personalidade forte e mente brilhante, inteligente que só ele e TODO da mamãe. Não me deixa por nada e me apoia sempre que estou em dias como este. Nunca sai do meu lado e pretende nunca sair - sim, eu leio os pensamentos dos meus cães, ah e o olhar também - É incrível a nossa cumplicidade e a lealdade que ele me passa. Eu o amo como se fosse um filho e sei que isso é bem polêmico, talvez quando eu tiver um filho de verdade, possa mudar de idéia, mas por enquanto esse é o meu sentimento, e ele é tão verdadeiro. 

PS.: O Guri está mandando lambeijos pra vocês e dizendo pra não deixarem de acompanhar o blog da mamãe dele, pois assim ele ficará famoso! :*

terça-feira, 27 de maio de 2014

Redes sociais? Nem tanto.

E ela acordou com uma vontade de dançar nas nuvens e sorrir pro nada... 
Quem nunca? É, eu sei que a nossa OBRIGAÇÃO é ser feliz e ultimamente tenho visto pouco disso, principalmente nas redes sociais. Aliás, já não andam tão sociais assim. São muitas reclamações e frustações pra pouca timeline. Mas, eu não julgo. Eu mesma já chorei minhas pitangas nas páginas azuis do facebook. Agora, imaginem um mundo menos cibernético onde o único lugar que a gente possa chorar as mágoas e todas as frutas que existem, é no colo de mãe, amigo, amor e etc.? Tão melhor né? Tão mais caloroso e aconchegante, não? Vamos praticar?
Até um tempo atrás nós depositávamos todas nossas esperanças no ser humano e caso não desse certo, íamos pro quarto chorar e lamentar a dor da decepção. Depois ligávamos pra melhor amiga, convidávamos ela pra tomar alguma coisa e de quebra abríamos o nosso livro de páginas arrancadas. As pessoas se encontravam muito mais, tanto para contar o que as afligia, quanto pra rever aquele que ali está, prestes a nos ouvir. 
Abraçar, olhar nos olhos, dar risadas, chorar, beber, falar até não poder mais, enfim... Coisas que o whatsapp nos permite fazer de uma forma muito mais rápida, e Ó já dá até pra ouvir a voz da pessoa que está do outro lado. DIVERTIDO né? Sim, quando temos pressa e não temos muito tempo é ótimo poder conversar com o amigo que não podemos estar juntos o tempo todo. Mas e o contato físico? E os encontros? Cadê gente? 
Eu sou usuária do Whats, do Facebook e Instagram. Acho o máximo a praticidade de todos os aplicativos e o quanto eles nos auxiliam no dia a dia. Mas, sinceramente? Eu sinto muita saudade da época em que tu ligava pra ouvir a voz da pessoa, marcava um encontro pro outro dia e tudo era tão natural. A saudade apertava? "Vamos nos ver". Hoje em dia a saudade apertou? Manda um whatsapp ou um inbox que tá tudo certo! Aquele amigo está de aniversário? Manda um recadinho na linha do tempo dele que ele vai curtir, literalmente.
Sei muito bem o quanto as redes sociais são importantes na vida de cada um, no meu caso eu consigo me aproximar de pessoas que quase não vejo (e dessa forma continuarei não vendo) e também estreitar relações referente ao meu blog, divulgação e etc. Existem sim, muitas ferramentas ali que nos auxiliam. Mas, acho que devemos usá-las à nosso favor.

MAIS ABRAÇOS e MENOS "MENSAGENS NOVAS", eu tentarei e vocês?

domingo, 25 de maio de 2014

De lá pra cá...

Ultimamente eu ando muito pensativa sobre a vida e as pessoas ao meu redor. Sabe aquela fase em que tu agradece por tudo que acontece? Sejam elas boas ou ruins?
Acho que tudo na nossa vida é aprendizado. Eu não pensava dessa forma até pouco tempo atrás. Eu jamais estaria escrevendo isso se fosse há pouco mais de um ano, talvez. Mas, chega um momento em que mudamos e a nossa cabeça tem que mudar junto com a gente.
Sempre que eu passava por alguma coisa, logo pensava: "Por que eu? Por que agora?" Só que com o tempo, os fatos e acontecimentos, e até mesmo o estudo do Espiritismo, me fez abrir os olhos pra vida de uma maneira fora do comum. Eu indico pra todos que estejam em uma fase difícil que procurem pesquisar e ler um pouco sobre o carma. Em poucas palavras: "Sob essa lei ocorre a retificação que equilibra, esclarece e fortifica, pois obriga o credor à liquidação de sua dívida do passado, porém o deixa livre para decidir quanto ao seu futuro."
Não, eu não vim aqui pra falar de espiritismo e nem de religião alguma, mas apenas citei a MINHA maneira de ter mudado tanto em tão pouco tempo. Cada um tem suas crenças e formas de passar por cima dos obstáculos, eu sei.
Na verdade, o que eu quero tanto falar é que depois de tantas coisas que aconteceram, eu apenas aprendi a viver um dia de cada vez, sem me preocupar com o que poderá acontecer daqui há 3 meses, 3 anos ou até mesmo 3 dias. Eu sempre pensei que fosse uma pessoa focada, cheia de objetivos, mas chegou uma hora em que eu percebi que na verdade estava deixando muitos dos meus objetivos de lado por medo das consequências que eram desconhecidas. Tinha medo de que as coisas na minha vida mudassem de uma hora pra outra, fossem elas amorosas, profissionais ou pessoais. Coisa que hoje, é claro que me preocupo, mas deixo as coisas irem acontecendo naturalmente, porque se for pra ser será. E tudo com muito foco e EQUILÍBRIO, pra que ocorram da maneira que tem que ser.
A gente não pode forçar a barra, esperar que tudo na nossa vida seja da maneira que queremos, porque não é bem assim. Eu tenho 23 anos de vida e já me foram suficientes pra que eu soubesse disso. E foi da pior maneira que poderia ter sido, mas foi.
Uma vez eu tive uma conversa com uma amiga referente à isso tudo, e ali eu tive certeza que não era apenas um sentimento interno, uma percepção minha. Eu estava sim vendo o mundo com outros olhos e as pessoas ao meu redor estavam notando esta diferença. O que fez todo o sentido!
Eu consigo denominar a minha vida em duas etapas. Realmente, todas as coisas que aconteceram foram como um divisor de águas. De lá pra cá, decidi que ou eu sou feliz, vivendo dessa forma, sem preocupações e direcionando meus objetivos ou eu estaria vivendo dias de angústia, noites mal dormidas e até mesmo uma vida sem cor e sem graça. Mas, agora me digam... PRA QUÊ? Não é muito melhor conseguir livrar-te do que te faz mal e te machuca e por consequência viver uma vida plena e sem culpas?

Obrigada Deus, por ter me dado forças e sabedoria para seguir em frente. Por uma vida melhor!

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Valorize!

Eu não sou do tipo que chora depois que perde, que espera perder pra dar valor aquilo que tinha. Eu sou do tipo que chora antes de perder, que chora antes de acontecer, que tem uma visão antecipada das coisas e não são visões de outro mundo. É muito pior do que isso, são visões do hoje, do ontem e do amanhã. A gente sente quando está perdendo o caminho, a linha e o jeito. A gente sabe né?
E eu sempre fui daquelas, desde pequena, que imaginava a pessoa indo embora, mas indo embora de vez, pra nunca mais voltar, só pra poder chorar um pouquinho e dar mais valor ainda antes do acontecimento real. Só eu sou assim? Eu espero que não. Loucura? Talvez. Mas, foi assim que eu sobrevivi a tanta coisa até agora, tantas idas e vindas, encontros e desencontros. Foi assim que hoje depois de perder pessoas especiais, ou até mesmo apenas me desencontrar delas, eu entendi que fiz tudo que pude. Amei, abracei, sorri, fiz bem, fiz mal, conversei, fui presente, dei o melhor de mim... Enfim, dei valor.
Por que tanta gente espera que algo de muito ruim ou algo que os separe pra sempre aconteça pra chorar e valorizar? Não dá, não rola, não existe. Seja lá como for o final, tu tens que estar com a consciência limpa, a mente sã, o pensamento livre de qualquer dúvida do tipo "Eu fiz o suficiente? Eu fui tudo aquilo que eu gostaria que tivessem sido comigo?" Sim, nós sempre queremos que as pessoas sejam mais amigas, mais irmãs, mais queridas, mais presentes, mais pai, mais mãe, mais parceiro, mais o que quer que seja, mas nunca paramos pra pensar... "E eu estou sendo tudo isso na vida dessa pessoa, pra essa pessoa?"
Choque de realidade? Talvez. Mas, não é minha intenção chocar ninguém com as minhas palavras, a minha única intenção aqui é mostrar o que eu sinto, ou o que o mundo sente através das minhas mãos, das minhas palavras e dos meus olhos.
Agradeço por ter uma "visão antecipada" das coisas, não que isso seja uma coisa muito difícil, pois todos sabem ou pelo menos deveriam saber que a única coisa que é certa nessa vida é a morte, é o rompimento dos laços da carne. Se eu acredito em vida após a morte? Sim, eu acredito. Mas, acredito também que temos que cumprir uma missão muito grande aqui na Terra, e cumpri-lá muito bem, pra que quando estivermos indo daqui pra melhor, a gente realmente possa encontrar quem nos deixou. Porém, prefiro dar valor agora a quem está do meu lado, do que esperar meia vida pra encontrá-lo de novo e aí sim me redimir.

Valorizar a vida e as pessoas que amamos, isso sim é vida de verdade.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Feira de Adoção de Cães

Hoje eu fiz um trabalho que me deixou muito contente. Fui cobrir o evento que aconteceu na Ulbra, no campus de Canoas. O Hospital Veterinário, juntamente com o Curso de Medicina Veterinária, promovem mensalmente este projeto da Feira de Adoção, onde os cães adultos já saem vacinados e castrados e os filhotes com as primeiras vacinas e desverminados.
Foi muito gratificante poder divulgar este tipo de projeto e participar desta manhã tão linda e pura. Os alunos estavam super empenhados e todos os cães estavam saudáveis e prontos pra ter uma casinha de verdade. Vou mostrar pra vocês algumas das fotos que fiz no evento.

 .
 Cada estudante era responsável por um mascote e este era tão querido! o Maluco, há pouco tempo apareceu no HV e está lá desde então, foi tratado com muito carinho e está louco pra ter um pai e uma mãe de verdade!


E é com muito carinho e cuidados, que esses pets estão desenvolvendo uma proximidade às pessoas. A grande maioria era cachorro de rua ou abandono no próprio Hospital Veterinário.


Alguns nem chegaram a saber o que é ter um dono e uma casa, eles nasceram nas ruas e até agora estão à espera de alguém que possa lhes dar todo o amor possível.



A grande maioria deles já está na fase adulta, castrado, vacinado e muito saudável. Esses dois eu quase trouxe pra casa, foi por muito pouco!


O bom foi acordar cedo da manhã e já ser recebida por esses seres, que na minha opinião, são os mais puros desse mundo!


Essa lindinha foi até lá com o pai pra fazer a parte dela. Foi uma dúvida até encontrar o que ela mais se identificava, mas enfim ela se decidiu por um dos filhotes. Um fofo!


Esta foi uma parte da grande equipe, que está lá no Hospital Universitário e dentro das salas de aula do Curso de Medicina Veterinária todos os dias, fazendo um bem pra humanidade. Sim, eu considero esses bichinhos humanos assim como nós. Eles tem sentimentos, sentem dores, tem vontades, fome, sede, tudo que um ser humano precisa, um carinho, uma atenção, um ato de caridade... Eles não são diferentes!
Quando eu estava indo embora, fiquei observando as carinhas de tristeza desses pets. Eles já estão acostumados de receberem um afago e só. Eu era apenas mais uma possibilidade, porém não era uma certeza de que iriam sair dali com um dono. Mas, tenho certeza que existem muitas pessoas que assim como eu, valorizam a vida dos bichinhos, independente de ser cachorro, gato, papagaio, periquito, vaca, cavalo, enfim... Todos somos iguais.

É como eu sempre falo, é um amor de quatro patas (às vezes até menos).

sábado, 10 de maio de 2014

" Ontem eu acordei e eu juro, desejava que todo aquele sonho fosse realidade. Queria ter o poder de fazer virar realidade tudo aquilo que eu mais quero e que infelizmente apenas nos meus sonhos é possível.
Fui um cara que nunca me doei por inteiro, sim, eu fui aquele cara que tu, mulher que está lendo agora, se cansou e pior, eu joguei fora todos os sonhos e esperanças que uma mulher possa ter. "
Gente, vocês não estão entendendo nada né? Eu sei. Hoje eu pensei em um post que fala do outro lado da moeda, por que? Porque sim. Porque pra tudo existe os dois lados, afinal, falamos sempre de duas pessoas.
Eu conheci homens que já se apaixonaram e desapaixonaram da noite pro dia e vejam bem, foram vários. Porém, também conheci homens que acharam que estavam desapaixonados e foram homens o suficiente pra admitir isso e acabaram destruindo os sonhos de outra pessoa. Só que aí senta, que lá vem história.
" Nos últimos sonhos, ela pegou na minha mão como antigamente, cheia de amor como sempre foi. Estávamos apenas os dois, amando, amando demais. Talvez amando de uma forma que eu nunca demonstrei na nossa vida real, no nosso dia a dia. Acordei e vi a cama vazia, a casa quieta, aquele lado da cama gelado e sem vida nenhuma. Senti um vazio inexplicável, um vazio que só se sente quando perde um pedaço de ti mesmo. Como eu pude deixar isso escapar por entre meus dedos? A culpa toda foi de quem? Não foi dela, nem de ninguém. A culpa foi toda minha e hoje eu não perdoo por não ter visto tudo aquilo na minha frente, na minha mão. Deixei passar, deixei o vento levar. Eu queria demonstrar que hoje eu posso ser um homem diferente, um homem que passou por cima do próprio orgulho de ser homem a ponto de querer fazer qualquer coisa pra mudar a situação. "
Eu, mulher como sou, entendo que muitas assim como eu, achariam isso tudo um blablabla sem fim. Só que como por tudo na vida existe o erro e o conserto, acredito realmente que as pessoas, independente de ser homem ou mulher, precisam de uma segunda chance pra serem pessoas melhores. Tem gente que só errando e levando uma surra da vida pra fazer valer.
Por isso, eu sempre digo. Seguir o mantra da vida: "É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã..."


Trechos de conversas reais.